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Instrumento de autoavaliação

Este instrumento de autoavaliação foi concebido para apoiar os/as educadores/as de infância a desenvolverem práticas promotoras da participação, com base nos recursos atuais da instituição. Definimos o conceito de participação como o direito das crianças a serem ouvidas, a expressarem as suas perspetivas sobre os assuntos e as situações que as afetam, e a verem-nas devidamente consideradas e valorizadas (i.e., tal como definido, em 1989, pela Convenção sobre os Direitos da Criança, das Organização das Nações Unidas).

A participação das crianças é fundamental para o desenvolvimento de uma cultura de direitos humanos, de democracia e para a construção de um Estado de direito. Desta forma, a participação ativa e a tomada de decisões na sociedade, por parte das crianças e dos jovens, devem ser protegidas e encorajadas desde as idades mais precoces. A promoção do direito das crianças à participação está associada a múltiplos benefícios. Se o seu jardim de infância/instituição for mais responsivo às necessidades das crianças, tenderá a ser mais acessível e eficiente. Da mesma forma, os/as profissionais de educação de infância poderão adquirir novas competências e conhecimentos, assim como sentir maior satisfação, quando utilizam uma pedagogia de participação e adotam uma abordagem centrada na criança. Para além disso, as crianças podem aumentar a sua confiança e autoestima, desenvolver competências de comunicação e de colaboração com os seus pares, bem como competências de tomada de decisão e de resolução de conflitos. Promover o direito das crianças à participação significa, igualmente, promover a sua autonomia e competência, através do estabelecimento de relações com outros, aspetos fundamentais para a sua motivação e o seu bem-estar. As crianças aceitam mais facilmente as decisões se forem escutadas e incluídas no processo de tomada de decisão. A participação fá-las sentir que são tratadas de uma forma justa.

Este instrumento de autoavaliação foi inspirado em testemunhos de educadores/as de infância, de assistentes operacionais e de coordenadores/as que desempenham funções em jardins de infância na Grécia, na Polónia, na Bélgica e em Portugal, sobre a forma como perspetivam e promovem a participação das crianças nas suas instituições. A participação da criança foi conceptualizada de acordo com o modelo de Lundy (2007).

Acerca da sua privacidade

As respostas a estas questões serão guardadas de forma segura. Os dados (as suas respostas) serão recolhidos para criar o seu relatório individual. Também serão utilizados para a) melhorar o instrumento de autoavaliação e b) contribuir para a investigação sobre práticas de participação em contextos de educação de infância na União Europeia (e.g., observando a média de respostas ao longo do tempo). Para mais informação sobre como serão utilizados os dados, por favor consulte a nossa Política de Privacidade.

Aceito preencher o instrumento de autoavaliação para profissionais de educação de infância.